Viveiro comunitário em São Luís

O projeto do viveiro comunitário de S. Luís nasceu no Verão de 2019 da explosão de vida resultante da vontade do FIVACC (que queria deixar um  contributo para a comunidade), da acção do GAIA Alentejo (que no contexto da urgência climática tem por objectivo impulsionar estilos de vida ecológicos através de experiências de aprendizagem) e da disponibilidade da Junta de Freguesia de São Luís (que disponibilizou uma estufa abandonada situada acima das instalações da Junta).

Propusemos-nos a pôr em marcha um viveiro funcional a várias mãos e eis que, um ano depois, nos deparamos com perto de 500 árvores. Neste Outono 2020 estarão prontas para ser plantadas pelo território de São Luís.

O viveiro comunitário de São Luís tem por objectivo:

  • Contribuir para a reflorestação da bio-região
  • Ser um lugar de aprendizagem
  • Promover a cooperação na região através de acções em conjunto

Acções feitas até hoje:

O primeiro objectivo foi pôr a funcionar este espaço, limpando a estufa e o espaço em volta. Depois começou-se a semear e plantar árvores.

O trabalho foi iniciado com jovens da região através de oficinas mensais e mais tarde um grupo de voluntários começou a reunir-se uma vez por semana, continuando a melhorar o espaço, com sistema de rega automática e mais árvores semeadas e estacas plantadas.

Também o espaço exterior vem sendo beneficiado, no sentido de se tornar um espaço ameno de trabalho e de convívio.

Este verão continuamos as acções de voluntariado às quartas-feiras, pelas 17h. Todas as mãos, cabeças e corações são bem-vindos 🙂

“Caminhos para a transição energética na freguesia de São Luís”

GAIA Alentejo PRESENTE na sessão Living Lab “Caminhos para a transição energética na freguesia de São Luís” do Projecto Proseu, em colaboração com o grupo Energia com Alegria, que aconteceu on-line no dia 9 Maio 2020.

Segue a história animada da discussão que aconteceu nesta sessão, resultante da documentação gráfica que ficou a cargo do GAIA Alentejo. Desenhos de Sara Serrão.

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ISTO NÃO É UM CABAZ: Comúnicado da Rede Portuguesa de Agroecologia Solidária / REGENERAR Vs Covid-19

DO ESTADO DE EMERGÊNCIA AO CULTIVO DA RESILIÊNCIA: Pela propagação das Comunidades que Sustentam a Agricultura

Dado o momento de crise que estamos a viver, nós, membros da Rede Portuguesa de Agroecologia Solidária, co-produtoras das Associações para a Manutenção da Agricultura de Proximidade (AMAP) e das Comunidades que Sustentam a Agricultura (CSA), partilhamos algumas inquietações sobre os tempos que correm e suas implicações na soberania alimentar.

1. O ALIMENTO É UM BEM-COMUM – NÃO É UMA MERCADORIA

Na actual situação de crise que vivemos, temos notado uma corrida aos cabazes como se fosse papel higiénico. Por melhor negócio que possa parecer, isto não alivia a nossa ansiedade em relação ao presente e futuro que vem. Partilhamos da angústia sentida por muitos pela possibilidade de vir a faltar comida, e compreendemos o medo de frequentar os locais de consumo de massas, bem como a conveniência de poder receber em casa alimentos, enquanto confinados à espera que a pandemia passe.

No entanto, imunes ao vírus, as hortaliças continuam a crescer.
Para podermos concentrar-nos nos cuidados (agora redobrados) que a terra exige, não podemos viver atarantados com a gestão de solicitações desenfreadas. Precisamos de planeamento, de proximidade, de compromisso e de empatia. Nas AMAP/CSA, foi sempre esta a ética que nos guiou para cumprirmos o dever que sentimos de providenciar alimentos de qualidade. Por isso não distinguimos entre consumidores e produtores: somos todos co-produtores. E para nós é isto que está na base da soberania alimentar.

2. EMERGÊNCIA RIMA COM RESILIÊNCIA

A crise do vírus corona tem posto a descoberto aquilo que já muitos de nós sabíamos: o actual sistema económico não é sustentável, e isso fica patente quando nos vemos obrigados a pensar como funciona o fornecimento agro-alimentar. No cerne da resiliência está a capacidade de um sistema continuar a funcionar quando enfrenta uma falha. Na realidade de muitos agricultores – que dependem do grande retalho e de circuitos longos de distribuição – a quebra nas encomendas, por causa desta crise, pode levar a situações trágicas no escoamento, e consequentemente no acesso ao pão que (n)os alimenta. Com a proibição das feiras e mercados, e com os limites à circulação, há que reinventar todo o circuito de distribuição de forma a torná-lo mais local, mais próximo e resiliente.

Nas AMAP/CSA, co-criamos sistemas agroalimentares solidários baseados na relação directa entre grupos de consumidores e produtores. Mais do que relações de um-para-um, procuramos fazê-lo coletivamente, reconhecendo o ecossistema como um todo (incluindo quem produz, quem consome e a natureza que nos brinda), e assumindo os riscos e as responsabilidades do imprevisível que acontece.

3. CULTIVAR A PROXIMIDADE EM TEMPOS DE DISTANCIAMENTO SOCIAL

Tanto em tempos de crise como de não-crise, as AMAP/CSA procuram criar outro tipo de relação entre as pessoas e aquilo que as alimenta. Não são só uma forma de “ajudar os agricultores”, embora lhes aliviem o peso dos ombros quanto à responsabilidade que é cuidar da terra. Não reivindicam para si a autoria de uma receita para o sucesso nem são um franchising – mas abrem processos. É nesses processos longos, continuados, de convergência de pessoas comuns comprometidas, que a agricultura de proximidade pode afirmar-se em termos de soberania alimentar.

Lançamos assim um apelo à solidariedade de toda a gente que come com toda a gente que produz alimentos de forma justa, próxima, sustentável e regeneradora dos ecossistemas. Envolvam-se e comprometam-se na co-produção que nos alimenta. Só assim ficaremos imunes a esta e outras crises que possam vir.

Pelos membros da equipa da Rede REGENERAR, em representação de

AMAP Famalicão (chuchubio.ab@gmail.com)
AMAP Gaia (amapgaia@gmail.com)
AMAP Guimarães (silvaresquinta@gmail.com)
AMAP Maravilha / Palmela ( quintamaravilhas077@gmail.com )
AMAP Sado e Alvalade / Santiago do Cacém (mimo@ecobytes.net)
AMAP UPTEC / Porto (amapportopinc@gmail.com)
CSA Partilhar as Colheitas / Herdade do Freixo-do-Meio, Montemor-o-Novo (csafreixodomeio@gmail.com)

Mais informação: Carta de princípios das AMAP/CSA

Como foi o encontro GENERA – soberania alimentar e questões de género – Barcelona 2019

 

Testemunhos

A oportunidade de participar e ter acesso a toda esta informação em pessoa foi incrível. Alimentou a  visão que tenho sobre a ruralidade e o que são possíveis passos para estimular uma vida na ruralidade com prazer, com alegria, com qualidade de vida… vi serem apresentados novos modelos de produção/consumo que podem beneficiar todos os seres, vi participação activa… vi paixão! 

Como dar continuidade a este projecto cá em Portugal? 

Estou motivada, e sonho com algumas possibilidades, também activar interacções entre a ibéria para o apoio mútuo.

Gratidão!

Muito especialmente à Laura e ao Davide pela facilitação de todo o curso e às maravilhosas árvores  e avaliações ao longo dos processos… 

Rita Magalhães

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Este encontro em Mura foi incrível! Em cinco dias foi possível ter a perspectiva das várias ‘frentes’ na área da agroecologia, na Catalunha: as cooperativas de consumo, o trabalho com os animais, a liberdade das sementes, a comunicação e até a academia. O local escolhido, o albergue El Caus de Mura, foi especial e acolheu de forma integradora o evento, pois a alimentação fornecida foi pensada ao pormenor, algo que é costume na forma de estar de quem gere o local (alimentos biológicos e locais). 

A possibilidade de contactar com pessoas dos vários cantos da Europa foi enriquecedora, pois somos vários a dedicamo-nos à causa da agroecologia. Graças a este encontro também troquei ideias sobre os grupos de consumo informais e trago ‘no bolso’ algumas ideias a partilhar. Foram mais umas linhas que se cozeram nesta teia de gentes e saberes que me alimentaram a vontade de fortalecer estas ligações e, quem sabe, a realização de um encontro semelhante na ruralidade portuguesa.

Algo que me ficou muito presente foi a necessidade de empoderar e envolver o mundo rural neste movimento e a forma como comunicamos acerca das mulheres e a ruralidade. 

Agradeço a quem me entregou esta oportunidade e a todos os que conheci!! Um bem haja!!

Filipa Almeida

Soberania Alimentar e a questão de Género – Mura

13 a 19 Dezembro 2019

Como aportar aos conceitos e às acções que constituem a soberania alimentar (sendo que a soberania alimentar suporta a ruralidade) a visão dos géneros, empoderando a perspectiva feminina.

Declarações:

  • Não é o facto de ter nascido homem ou mulher que me dá a vocação para a profissão, trabalho ou tarefa que farei.
  • A Ruralidade é de onde vem a autonomia.
  • A ruralidade vem sendo ridicularizada e tornada invisível.
  • No mundo rural a mulher ainda é muito invísivel. A mulher assume que há trabalhos que são dos homens, como por exemplo o pastoreio. 
  • A mulher no mundo rural é duplamente invisível.
  • Valores ligados ao feminino: o cuidar, a reprodução (por exemplo recolha das sementes)… 
  • O problema não está no sermos homens ou sermos mulheres, está sim no facto de já não termos o sentido de comunidade. 
  • Para um sociedade controlável e dependende destói-se a memória da ruralidade, da soberania/autonomia e destrói-se as relações, a rede de relações afectivas.
  • Precisamos mudar os óculos com que vemos a ruralidade.
  • Criar estratégias criativas para a dinamização rural, observando as possibilidades que o território tem de aumentar a auto-estima, de viver num estili de vida confortável e criar trabalho valorizado. 
  • Projectos participativos não sabemos qual será o resultado mas o que no final surge tem maior resiliência. 
  • Se não há dados sobre a mobilidade Urbano rumo a ruralidade não se constróem as estruturas que apoiam esta mobilidade. Em França existem dados e estruturas de apoio a quem se quer mover para o mundo rural (Colibri). 
  • Barreiras na vida rural: não existe política nos temas de soberania alimentar/ género/ agroecologia; Acesso à terra; 
  • Faltam modelos alternativos pós-capitalistas e Falta de resposta às alterações climáticas
  • Estar no trabalho que seja um prazer.
  • Queremos saúde física, Saúde económica, saúde territorial, saúde anímica.
  • Na cosntrução de modelos de consumo alternativos o dinheiro é uma parte mas é essencial que as pessoas queiram também trabalhar!
  • As universidades são neo-liberais, assim o conhecimento produzido serve esse propósito. 
  • Arte como forma de divulgar os resultados obtidos. 
  • Todos somos investigadores, por isso é essencial no final de qualquer trabalho avaliar, reflectir e melhorar. 
  • Pegar nos valores ligados ao feminino e usá-los quando tratamos da soberania alimentar, ou quando tratamos de uma investigação, ou quando escrevemos um artigo, ou quando criamos um modelo de consumo alternativo, …  

Estivemos presentes 20 pessoas de diferentes associações:

  • Assed – Action for Solidarity Environment Equality and Diversity (https://aseed.net), Holanda – direct action, creating info about impacts of farming, Food autonomis Fest, Reclaim the Seed Fest.
  • Artifactory (https://www.artifactory.eu), Grécia – trabalham temáticas pela arte, Art Emergency (refugges), Free (memories).
  • Seed Festival Peliti (https://peliti.gr/20th-peliti-seed-festival-4rd-olympic-seed-festival-2020/), Grécia – troca de sementes, conhecimento… legalidades… 
  • Save Epirus (https://savepirus.gr/), Grécia – zona a lutar para não se instalarem as empresas de petróleo, Reclamando a terra: along the reads of olives and oranges.
  • CISV, Itália – start the change com jovens com formação nas escolas e também educação não formal, têm manuais com práticas destes dois tipos de educação. Trabalham com rede de agricultores locais (genuíno clandestino) para haver os exemplos reais. 
  • Brigata Ortiga, Itália – horta urbana num centro social ocupado. 
  • L’espona, Catalunha – Colectivo de 24 mulheres  numa vila com 600 habitantes, onde trocam conhecimentos, práticas… discutem temáticas. 
  • Pamapam (https://pamapam.org/ca/), Catalunha – mapa de economia solidária com critérios que descrevem a situação de cada projecto que está presente no mapa. 
  • Cooperaction, Catalunha – escola popular de cultura feminista.
  • Associação Parco del nobile (http://www.associazioneparcodelnobile.it/), Itália – Trabalho com crianças no parque, fazendo horta e cuidando de abelhas. Recebem crianças (7 a 12 anos) e vão às escolas. 
  • Conecta Natura, Valencia – Voluntariado de cuidar as florestas.
  • La Sala, Girona – comunidade… quizá uma coop.

Continue a ler Como foi o encontro GENERA – soberania alimentar e questões de género – Barcelona 2019

Voluntariado internacional para jovens

Olé

Aqui vai informação sobre 2 vagas de voluntariado que estão disponíveis neste momento. Ambas as posições têm parceria com o GAIA Alentejo, o que significa que somos nós a fazer a preparação e o acompanhamento dos voluntários.

As condições do CES – Corpo Europeu de Solidariedade – é que todas as despesas são cobertas pelo programa e incluem viagem de ida e volta, alojamento, alimentação, mesada, seguro de saúde.

Camphill Community Glencraig (Irlanda do Norte)

  • 9 meses (Abril a Outubro 2020) ou 6 meses (Julho a Outubro 2020)
  • É uma comunidade intencional, funciona de forma ecológica e segundo os princípios de Rudolf Steiner. Inclui pessoas portadoras de deficiências que são alojadas com famílias, nas casas das comunidades.
  • Descrição aqui mesmo: Glencraig ESC Project Info for Volunteers Feb 2020
  • Testemunho da Joana em Glencraig!!

CALA Centro Alternativo de Aprendizagens (Albuquerque, Espanha)

  • 10/12 meses a começar assim que possível (a decorrer em 2020)
  • É um trabalho em meio rural, numa vila, e consiste em trabalhar com jovens e com meios de comunicação críticos (ex. rádio local).
  • Descrição aqui mesmo: 19fev_EVS InfoPack Visual (2)
  • Testemunho da Ana em Albuquerque!!

Se tiveres interesse escreve-nos para svegaia.alentejo@gmail.com e explicamos-te como concorrer.

Abraço
Sara

Vens e trazes sementes?

English Below

VIMOS POR ESTE MEIO TE CONVIDAR PARA A

9º FESTA DA SEMENTE QUE  OCORRERÁ

NO DIA 8 DE FEVEREIRO NO VALE DE SANTIAGO!

Como todos os anos, criamos um espaço para celebrar, trocar e partilhar as nossas sementes locais, que é uma atividade tão importante nos nossos tempos de controlo corporativo e do desaparecimento de variedades. Vamos oferecer muitas palestras e um workshop prático sobre a preservação de sementes.
Haverá o mercado de produtores / vendedores locais, um belo espaço e atividades para crianças, incluindo a pintura de um mural, um fogo para reunir, um almoço comum e música!

O QUE HÁ DE NOVO:
Este ano, incluiremos o tópico de sementes da floresta e faremos uma apresentação sobre essa importante questão, por exemplo, para o reflorestamento de terrenos danificados.
E mudámos a localização! Para termos atividades diferentes a
acontecer paralelamente e com melhor acústica do que em S.Martinho, nós mudámos para o Vale de Santiago, onde podemos usar o estabelecimento do Centro Socio-Cultural de V.S. e da Escola de Vida, incluindo toda a bela área ao redor dos edifícios.
Agradecemos ao município de S.Martinho das Amoreiras por todo o apoio nos anos anteriores!

PROGRAMA:
10h00 Abertura cerimonial do mercado
11h00 – 11h45 A importância da preservação de sementes (Frederica –
Círculos de Sementes) e Resumo de Um Ano da Rede Regional de Sementes (Lilian – Tamera Seed Project e Mar – Vale da Lua)
12h15 – 12h45 Sementes da floresta (Zé Mateus e Jannis – Eco Interventions)
12h30 – 14h00 Almoço
14h00 – 14h30 AMAPS – um modelo de cooperação entre produtores e consumidores (Rita do Monte Mimo)
15h00 – 17h00 Workshop sobre colheita e conservação de sementes (Frederica – Círculos de Sementes)
17.00 Celebração

Reserva esta data pois sem ti esta Festa não faz sentido!
VINDO DE SANTA LUZIA,VAIS ENCONTRAR-NOS DEPOIS DE PASSARES O CENTRO DE VALE DE SANTIAGO, JUNTO À ESTRADA MUNICIPAL.

Gratidão pelo teu tempo e até breve,

As guardiãs de sementes Mariana, Lilian, Páti e Rita Continue a ler Vens e trazes sementes?

Relatório de Actividades 2019

Voluntariado Jovem no FIVACC, São Luís

O GAIA – Grupo de Acção e intervenção Ambiental opera no Alentejo na aldeia de São Luís (concelho de Odemira) e na Mimosa, sito Monte Mimo (concelho de Santiago do Cacém). A acção em São Luís é focada nos jovens enquanto grupo-alvo, a acção na Mimosa é focada na implementação prática de agroecologia. 

Para as actividades do GAIA Alentejo em 2019 decidimos a seguinte missão: IMPULSIONAR ESTILOS DE VIDA ECOLÓGICOS ATRAVÉS DE EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM.

A missão revelou-se através de um conjunto de acções, que inclui dinamização de actividades de voluntariado, cursos e encontros, oficinas temáticas para jovens e facilitação de uma AMAP. 

Relatório de Actividades 2019 | 19dez_Relatório de Actividades 2019_2

Sou o que sou pelo que nós somos

UBUNTU São Luís, Outubro 2018 | Tema: A dream called Ubuntu

UBUNTU EM ODEMIRA NA EUROPA | Encontro de voluntários
por Sara Serrão

Entre 2015 e 2019 tomaram lugar em Odemira três projectos de voluntariado internacional para jovens, compondo o ciclo “Odemira na Europa“.  Este conjunto de oportunidades foi coordenado pelo Município de Odemira, em consórcio com entidades parceiras dispersas pelo seu território.

Foram 20 os participantes internacionais, jovens entre os 19 e os 30 anos oriundos de vários países europeus: Alemanha, Espanha, Estónia, França, Hungria, Itália, Letónia, Polónia e Turquia . Estes jovens residiram pelo período máximo de um ano em diferentes freguesias do território de Odemira, contribuindo para as suas comunidades.

Uma das pérolas “Odemira na Europa”, que permanece na memória de todos quanto participaram e que sustentou o sucesso dos projectos, foram os encontros UBUNTU.
Mas afinal, o que é isso de UBUNTU…?

SOU O QUE SOU PELO QUE NÓS SOMOS

O termo UBUNTU é um conceito sul-africano na língua nguni que exprime o laço universal que nos une dentro de uma só humanidade.  “Sou o que sou pelo que nós somos” é a base da filosofia UBUNTU.

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Grupo de Acção e Intervenção Ambiental – ONG