Castro Verde e as boas práticas de retenção de água nos solos

Actualmente a zona de Castro Verde/Mértola já é classificada como zona árida (Precipitação < 250mm). O clima tende para a diminuição da quantidade de chuva e que esta se dê em eventos torrenciais. Os solos são também, delgados, pedregosos e compactados, e há cada vez menos gente no território.

Isto faz com que seja mais difícil produzir e viver.  Estamos em vias da escassez de água para consumo humano. A erosão e a perda de fertilidade são fenómenos recorrentes.

É preciso parar a erosão e a perda de solo, infiltrar o máximo de água possível nos solos e aumentar os teores de matéria orgânica.

Se isto acontecer podemos esperar um aumento da disponibilidade de água no solo e consequente aumento da produtividade das pastagens. Potencialmente traduzindo-se no aumento da qualidade de vida dos agricultores e habitantes desta região e na preservação ou melhoramento da paisagem para as gerações futuras.

Este foi o mote para a segunda visita técnica ao Monte do Seixo em Castro Verde, no passado dia 28 de Julho, organizado em parceria pelo GAIA- Grupo de Acção e Intervenção Ambiental e a Esdime – Agência para o Desenvolvimento Local no Alentejo Sudoeste. No Monte do Seixo – Castro Verde,  os proprietários Jacinto e Marta mostraram as boas práticas agroecológicas aí praticadas desta vez a agricultores e agricultoras do Baixo Alentejo (Ourique e Mértola) e do Alentejo litoral (Odemira), num total de 15 pessoas.

A visita começou com a ronda de apresentações, depois o Jacinto apresentou sumariamente a sua actividade e levou-nos a uma visita aos terrenos. Foi possível observar as valas de retenção da água (da chuva) à curva de nível, realizadas há 8 anos com uma simples charrua e mangueira de nível. Pelo caminho desenvolveram-se conversas paralelas entre os agricultores, onde se partilharam experiências e apreensões.

O encontro terminou com um debate onde se discutiu o impacte: das valas à curva de nível na retenção de água das chuvas no solo, do pastoreio holístico e da subsolagem na recuperação de terras degradadas e da aplicação destas técnicas no potencial melhoramento do rendimento dos agricultores. 

O objectivo deste segundo encontro encontro foi também mapear a vontade dos agricultores na construção de uma rede demonstrativa de boas prácticas de retenção de água   e recuperação de terras degradadas.

Para Agosto está a ser planeada uma terceira visita que pretende pôr em contacto um grupo de pessoas, entre estas agricultoras, investidoras e investigadoras, para em conjunto se sonhar uma forma de atenuar o risco da implementação destas novas prácticas e planear uma monitorização que comprove cientificamente os resultados que estão sendo observados pelos agricultores.

Esta visita aconteceu no âmbito do  trAEce – Formação Vocacional em Agroecologia para Agricultores –www.traece.eu – um projecto ERASMUS + de Educação e Formação financiado pela União Europeia, do qual o GAIA faz parte, com duração até 2022. Este projecto é liderado por uma organização da Hungria, integra duas universidades, um produtor agroecológico e uma organização de capacitação agrícola, todos na Europa Central e que procuraram um parceiro na península ibérica. Estes países sofrem hoje com verões quentes e secos com os quais os produtores agrícolas não têm experiência. Nos últimos 15 anos o GAIA construiu uma rede de actores e pioneiros na agroecologia em Portugal, tendo sido essa experiência o motivo da sua escolha para integrar este projecto.

 

Viveiro comunitário em São Luís

O projeto do viveiro comunitário de S. Luís nasceu no Verão de 2019 da explosão de vida resultante da vontade do FIVACC (que queria deixar um  contributo para a comunidade), da acção do GAIA Alentejo (que no contexto da urgência climática tem por objectivo impulsionar estilos de vida ecológicos através de experiências de aprendizagem) e da disponibilidade da Junta de Freguesia de São Luís (que disponibilizou uma estufa abandonada situada acima das instalações da Junta).

Propusemos-nos a pôr em marcha um viveiro funcional a várias mãos e eis que, um ano depois, nos deparamos com perto de 500 árvores. Neste Outono 2020 estarão prontas para ser plantadas pelo território de São Luís.

O viveiro comunitário de São Luís tem por objectivo:

  • Contribuir para a reflorestação da bio-região
  • Ser um lugar de aprendizagem
  • Promover a cooperação na região através de acções em conjunto

Acções feitas até hoje:

O primeiro objectivo foi pôr a funcionar este espaço, limpando a estufa e o espaço em volta. Depois começou-se a semear e plantar árvores.

O trabalho foi iniciado com jovens da região através de oficinas mensais e mais tarde um grupo de voluntários começou a reunir-se uma vez por semana, continuando a melhorar o espaço, com sistema de rega automática e mais árvores semeadas e estacas plantadas.

Também o espaço exterior vem sendo beneficiado, no sentido de se tornar um espaço ameno de trabalho e de convívio.

Este verão continuamos as acções de voluntariado às quartas-feiras, pelas 17h. Todas as mãos, cabeças e corações são bem-vindos 🙂

“Caminhos para a transição energética na freguesia de São Luís”

GAIA Alentejo PRESENTE na sessão Living Lab “Caminhos para a transição energética na freguesia de São Luís” do Projecto Proseu, em colaboração com o grupo Energia com Alegria, que aconteceu on-line no dia 9 Maio 2020.

Segue a história animada da discussão que aconteceu nesta sessão, resultante da documentação gráfica que ficou a cargo do GAIA Alentejo. Desenhos de Sara Serrão.

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ISTO NÃO É UM CABAZ: Comúnicado da Rede Portuguesa de Agroecologia Solidária / REGENERAR Vs Covid-19

DO ESTADO DE EMERGÊNCIA AO CULTIVO DA RESILIÊNCIA: Pela propagação das Comunidades que Sustentam a Agricultura

Dado o momento de crise que estamos a viver, nós, membros da Rede Portuguesa de Agroecologia Solidária, co-produtoras das Associações para a Manutenção da Agricultura de Proximidade (AMAP) e das Comunidades que Sustentam a Agricultura (CSA), partilhamos algumas inquietações sobre os tempos que correm e suas implicações na soberania alimentar.

1. O ALIMENTO É UM BEM-COMUM – NÃO É UMA MERCADORIA

Na actual situação de crise que vivemos, temos notado uma corrida aos cabazes como se fosse papel higiénico. Por melhor negócio que possa parecer, isto não alivia a nossa ansiedade em relação ao presente e futuro que vem. Partilhamos da angústia sentida por muitos pela possibilidade de vir a faltar comida, e compreendemos o medo de frequentar os locais de consumo de massas, bem como a conveniência de poder receber em casa alimentos, enquanto confinados à espera que a pandemia passe.

No entanto, imunes ao vírus, as hortaliças continuam a crescer.
Para podermos concentrar-nos nos cuidados (agora redobrados) que a terra exige, não podemos viver atarantados com a gestão de solicitações desenfreadas. Precisamos de planeamento, de proximidade, de compromisso e de empatia. Nas AMAP/CSA, foi sempre esta a ética que nos guiou para cumprirmos o dever que sentimos de providenciar alimentos de qualidade. Por isso não distinguimos entre consumidores e produtores: somos todos co-produtores. E para nós é isto que está na base da soberania alimentar.

2. EMERGÊNCIA RIMA COM RESILIÊNCIA

A crise do vírus corona tem posto a descoberto aquilo que já muitos de nós sabíamos: o actual sistema económico não é sustentável, e isso fica patente quando nos vemos obrigados a pensar como funciona o fornecimento agro-alimentar. No cerne da resiliência está a capacidade de um sistema continuar a funcionar quando enfrenta uma falha. Na realidade de muitos agricultores – que dependem do grande retalho e de circuitos longos de distribuição – a quebra nas encomendas, por causa desta crise, pode levar a situações trágicas no escoamento, e consequentemente no acesso ao pão que (n)os alimenta. Com a proibição das feiras e mercados, e com os limites à circulação, há que reinventar todo o circuito de distribuição de forma a torná-lo mais local, mais próximo e resiliente.

Nas AMAP/CSA, co-criamos sistemas agroalimentares solidários baseados na relação directa entre grupos de consumidores e produtores. Mais do que relações de um-para-um, procuramos fazê-lo coletivamente, reconhecendo o ecossistema como um todo (incluindo quem produz, quem consome e a natureza que nos brinda), e assumindo os riscos e as responsabilidades do imprevisível que acontece.

3. CULTIVAR A PROXIMIDADE EM TEMPOS DE DISTANCIAMENTO SOCIAL

Tanto em tempos de crise como de não-crise, as AMAP/CSA procuram criar outro tipo de relação entre as pessoas e aquilo que as alimenta. Não são só uma forma de “ajudar os agricultores”, embora lhes aliviem o peso dos ombros quanto à responsabilidade que é cuidar da terra. Não reivindicam para si a autoria de uma receita para o sucesso nem são um franchising – mas abrem processos. É nesses processos longos, continuados, de convergência de pessoas comuns comprometidas, que a agricultura de proximidade pode afirmar-se em termos de soberania alimentar.

Lançamos assim um apelo à solidariedade de toda a gente que come com toda a gente que produz alimentos de forma justa, próxima, sustentável e regeneradora dos ecossistemas. Envolvam-se e comprometam-se na co-produção que nos alimenta. Só assim ficaremos imunes a esta e outras crises que possam vir.

Pelos membros da equipa da Rede REGENERAR, em representação de

AMAP Famalicão (chuchubio.ab@gmail.com)
AMAP Gaia (amapgaia@gmail.com)
AMAP Guimarães (silvaresquinta@gmail.com)
AMAP Maravilha / Palmela ( quintamaravilhas077@gmail.com )
AMAP Sado e Alvalade / Santiago do Cacém (mimo@ecobytes.net)
AMAP UPTEC / Porto (amapportopinc@gmail.com)
CSA Partilhar as Colheitas / Herdade do Freixo-do-Meio, Montemor-o-Novo (csafreixodomeio@gmail.com)

Mais informação: Carta de princípios das AMAP/CSA

Como foi o encontro GENERA – soberania alimentar e questões de género – Barcelona 2019

 

Testemunhos

A oportunidade de participar e ter acesso a toda esta informação em pessoa foi incrível. Alimentou a  visão que tenho sobre a ruralidade e o que são possíveis passos para estimular uma vida na ruralidade com prazer, com alegria, com qualidade de vida… vi serem apresentados novos modelos de produção/consumo que podem beneficiar todos os seres, vi participação activa… vi paixão! 

Como dar continuidade a este projecto cá em Portugal? 

Estou motivada, e sonho com algumas possibilidades, também activar interacções entre a ibéria para o apoio mútuo.

Gratidão!

Muito especialmente à Laura e ao Davide pela facilitação de todo o curso e às maravilhosas árvores  e avaliações ao longo dos processos… 

Rita Magalhães

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Este encontro em Mura foi incrível! Em cinco dias foi possível ter a perspectiva das várias ‘frentes’ na área da agroecologia, na Catalunha: as cooperativas de consumo, o trabalho com os animais, a liberdade das sementes, a comunicação e até a academia. O local escolhido, o albergue El Caus de Mura, foi especial e acolheu de forma integradora o evento, pois a alimentação fornecida foi pensada ao pormenor, algo que é costume na forma de estar de quem gere o local (alimentos biológicos e locais). 

A possibilidade de contactar com pessoas dos vários cantos da Europa foi enriquecedora, pois somos vários a dedicamo-nos à causa da agroecologia. Graças a este encontro também troquei ideias sobre os grupos de consumo informais e trago ‘no bolso’ algumas ideias a partilhar. Foram mais umas linhas que se cozeram nesta teia de gentes e saberes que me alimentaram a vontade de fortalecer estas ligações e, quem sabe, a realização de um encontro semelhante na ruralidade portuguesa.

Algo que me ficou muito presente foi a necessidade de empoderar e envolver o mundo rural neste movimento e a forma como comunicamos acerca das mulheres e a ruralidade. 

Agradeço a quem me entregou esta oportunidade e a todos os que conheci!! Um bem haja!!

Filipa Almeida

Soberania Alimentar e a questão de Género – Mura

13 a 19 Dezembro 2019

Como aportar aos conceitos e às acções que constituem a soberania alimentar (sendo que a soberania alimentar suporta a ruralidade) a visão dos géneros, empoderando a perspectiva feminina.

Declarações:

  • Não é o facto de ter nascido homem ou mulher que me dá a vocação para a profissão, trabalho ou tarefa que farei.
  • A Ruralidade é de onde vem a autonomia.
  • A ruralidade vem sendo ridicularizada e tornada invisível.
  • No mundo rural a mulher ainda é muito invísivel. A mulher assume que há trabalhos que são dos homens, como por exemplo o pastoreio. 
  • A mulher no mundo rural é duplamente invisível.
  • Valores ligados ao feminino: o cuidar, a reprodução (por exemplo recolha das sementes)… 
  • O problema não está no sermos homens ou sermos mulheres, está sim no facto de já não termos o sentido de comunidade. 
  • Para um sociedade controlável e dependende destói-se a memória da ruralidade, da soberania/autonomia e destrói-se as relações, a rede de relações afectivas.
  • Precisamos mudar os óculos com que vemos a ruralidade.
  • Criar estratégias criativas para a dinamização rural, observando as possibilidades que o território tem de aumentar a auto-estima, de viver num estili de vida confortável e criar trabalho valorizado. 
  • Projectos participativos não sabemos qual será o resultado mas o que no final surge tem maior resiliência. 
  • Se não há dados sobre a mobilidade Urbano rumo a ruralidade não se constróem as estruturas que apoiam esta mobilidade. Em França existem dados e estruturas de apoio a quem se quer mover para o mundo rural (Colibri). 
  • Barreiras na vida rural: não existe política nos temas de soberania alimentar/ género/ agroecologia; Acesso à terra; 
  • Faltam modelos alternativos pós-capitalistas e Falta de resposta às alterações climáticas
  • Estar no trabalho que seja um prazer.
  • Queremos saúde física, Saúde económica, saúde territorial, saúde anímica.
  • Na cosntrução de modelos de consumo alternativos o dinheiro é uma parte mas é essencial que as pessoas queiram também trabalhar!
  • As universidades são neo-liberais, assim o conhecimento produzido serve esse propósito. 
  • Arte como forma de divulgar os resultados obtidos. 
  • Todos somos investigadores, por isso é essencial no final de qualquer trabalho avaliar, reflectir e melhorar. 
  • Pegar nos valores ligados ao feminino e usá-los quando tratamos da soberania alimentar, ou quando tratamos de uma investigação, ou quando escrevemos um artigo, ou quando criamos um modelo de consumo alternativo, …  

Estivemos presentes 20 pessoas de diferentes associações:

  • Assed – Action for Solidarity Environment Equality and Diversity (https://aseed.net), Holanda – direct action, creating info about impacts of farming, Food autonomis Fest, Reclaim the Seed Fest.
  • Artifactory (https://www.artifactory.eu), Grécia – trabalham temáticas pela arte, Art Emergency (refugges), Free (memories).
  • Seed Festival Peliti (https://peliti.gr/20th-peliti-seed-festival-4rd-olympic-seed-festival-2020/), Grécia – troca de sementes, conhecimento… legalidades… 
  • Save Epirus (https://savepirus.gr/), Grécia – zona a lutar para não se instalarem as empresas de petróleo, Reclamando a terra: along the reads of olives and oranges.
  • CISV, Itália – start the change com jovens com formação nas escolas e também educação não formal, têm manuais com práticas destes dois tipos de educação. Trabalham com rede de agricultores locais (genuíno clandestino) para haver os exemplos reais. 
  • Brigata Ortiga, Itália – horta urbana num centro social ocupado. 
  • L’espona, Catalunha – Colectivo de 24 mulheres  numa vila com 600 habitantes, onde trocam conhecimentos, práticas… discutem temáticas. 
  • Pamapam (https://pamapam.org/ca/), Catalunha – mapa de economia solidária com critérios que descrevem a situação de cada projecto que está presente no mapa. 
  • Cooperaction, Catalunha – escola popular de cultura feminista.
  • Associação Parco del nobile (http://www.associazioneparcodelnobile.it/), Itália – Trabalho com crianças no parque, fazendo horta e cuidando de abelhas. Recebem crianças (7 a 12 anos) e vão às escolas. 
  • Conecta Natura, Valencia – Voluntariado de cuidar as florestas.
  • La Sala, Girona – comunidade… quizá uma coop.

Continue a ler Como foi o encontro GENERA – soberania alimentar e questões de género – Barcelona 2019

Voluntariado internacional para jovens

Olé

Aqui vai informação sobre 2 vagas de voluntariado que estão disponíveis neste momento. Ambas as posições têm parceria com o GAIA Alentejo, o que significa que somos nós a fazer a preparação e o acompanhamento dos voluntários.

As condições do CES – Corpo Europeu de Solidariedade – é que todas as despesas são cobertas pelo programa e incluem viagem de ida e volta, alojamento, alimentação, mesada, seguro de saúde.

Camphill Community Glencraig (Irlanda do Norte)

  • 9 meses (Abril a Outubro 2020) ou 6 meses (Julho a Outubro 2020)
  • É uma comunidade intencional, funciona de forma ecológica e segundo os princípios de Rudolf Steiner. Inclui pessoas portadoras de deficiências que são alojadas com famílias, nas casas das comunidades.
  • Descrição aqui mesmo: Glencraig ESC Project Info for Volunteers Feb 2020
  • Testemunho da Joana em Glencraig!!

CALA Centro Alternativo de Aprendizagens (Albuquerque, Espanha)

  • 10/12 meses a começar assim que possível (a decorrer em 2020)
  • É um trabalho em meio rural, numa vila, e consiste em trabalhar com jovens e com meios de comunicação críticos (ex. rádio local).
  • Descrição aqui mesmo: 19fev_EVS InfoPack Visual (2)
  • Testemunho da Ana em Albuquerque!!

Se tiveres interesse escreve-nos para svegaia.alentejo@gmail.com e explicamos-te como concorrer.

Abraço
Sara

Vens e trazes sementes?

English Below

VIMOS POR ESTE MEIO TE CONVIDAR PARA A

9º FESTA DA SEMENTE QUE  OCORRERÁ

NO DIA 8 DE FEVEREIRO NO VALE DE SANTIAGO!

Como todos os anos, criamos um espaço para celebrar, trocar e partilhar as nossas sementes locais, que é uma atividade tão importante nos nossos tempos de controlo corporativo e do desaparecimento de variedades. Vamos oferecer muitas palestras e um workshop prático sobre a preservação de sementes.
Haverá o mercado de produtores / vendedores locais, um belo espaço e atividades para crianças, incluindo a pintura de um mural, um fogo para reunir, um almoço comum e música!

O QUE HÁ DE NOVO:
Este ano, incluiremos o tópico de sementes da floresta e faremos uma apresentação sobre essa importante questão, por exemplo, para o reflorestamento de terrenos danificados.
E mudámos a localização! Para termos atividades diferentes a
acontecer paralelamente e com melhor acústica do que em S.Martinho, nós mudámos para o Vale de Santiago, onde podemos usar o estabelecimento do Centro Socio-Cultural de V.S. e da Escola de Vida, incluindo toda a bela área ao redor dos edifícios.
Agradecemos ao município de S.Martinho das Amoreiras por todo o apoio nos anos anteriores!

PROGRAMA:
10h00 Abertura cerimonial do mercado
11h00 – 11h45 A importância da preservação de sementes (Frederica –
Círculos de Sementes) e Resumo de Um Ano da Rede Regional de Sementes (Lilian – Tamera Seed Project e Mar – Vale da Lua)
12h15 – 12h45 Sementes da floresta (Zé Mateus e Jannis – Eco Interventions)
12h30 – 14h00 Almoço
14h00 – 14h30 AMAPS – um modelo de cooperação entre produtores e consumidores (Rita do Monte Mimo)
15h00 – 17h00 Workshop sobre colheita e conservação de sementes (Frederica – Círculos de Sementes)
17.00 Celebração

Reserva esta data pois sem ti esta Festa não faz sentido!
VINDO DE SANTA LUZIA,VAIS ENCONTRAR-NOS DEPOIS DE PASSARES O CENTRO DE VALE DE SANTIAGO, JUNTO À ESTRADA MUNICIPAL.

Gratidão pelo teu tempo e até breve,

As guardiãs de sementes Mariana, Lilian, Páti e Rita Continue a ler Vens e trazes sementes?

Relatório de Actividades 2019

Voluntariado Jovem no FIVACC, São Luís

O GAIA – Grupo de Acção e intervenção Ambiental opera no Alentejo na aldeia de São Luís (concelho de Odemira) e na Mimosa, sito Monte Mimo (concelho de Santiago do Cacém). A acção em São Luís é focada nos jovens enquanto grupo-alvo, a acção na Mimosa é focada na implementação prática de agroecologia. 

Para as actividades do GAIA Alentejo em 2019 decidimos a seguinte missão: IMPULSIONAR ESTILOS DE VIDA ECOLÓGICOS ATRAVÉS DE EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM.

A missão revelou-se através de um conjunto de acções, que inclui dinamização de actividades de voluntariado, cursos e encontros, oficinas temáticas para jovens e facilitação de uma AMAP. 

Relatório de Actividades 2019 | 19dez_Relatório de Actividades 2019_2

Grupo de Acção e Intervenção Ambiental – ONG